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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Eu me escondo por detrás dessa loucura. Insisto em dizer que não sou normal para não cair no tédio. Uma pessoa que dá tédio, não atrai ninguém. Até porque, eu gosto de atrair gente. De pessoas que me atraiam, de alguma forma. Que me surpreendam. Talvez toda a minha alegria seja uma forma de demonstrar exageradamente uma luta constante com a minha tristeza interior. Uma forma de dizer: Não! Vc não é bem vinda! Saia daqui!
É uma forma bem eficiente. Uma mentira boa. Até porque eu ando incoformada com muitas coisas. Só dessa maneira eu posso mentir para mim e me mascarar que eu estou bem e não ficar preocupando as pessoas com os meus problemas, aliás, meus pequenos problemas.
É por isso que tenho medo da solidão. Quando estou só, eu não mascaro nada pra ninguém. Isso é perigoso. A verdade aparece à tona quando estou só. Penso em cada atitude errada minha. Sou perfeccionista. Gosto de tentar ser legal com as pesssoas. As vezes, me sacrifico por elas. Faço coisas imprevisíveis. Coisas que eu nunca pensaria que faria. Nunca mesmo!Algumas pessoas falam mal das minhas atitudes, algumas acham legal. Gosto de viver da minha maneira. Sou do jeito que eu imagino. A forma que eu me visto, falo é como eu estou no dia. As pessoas são estranhas. Até eu sou. Gostaria de fazer um texto menos confuso, mas não tô com vontade.
"Queria apenas dizer que nada foi em vão." O querem dizer com essa frase? A gente tá sempre olhando o nosso umbiguinho. Vou dizer a mim mesma que nada foi em vão. Já que no meu mundo as coisas são mais felizes, coloridas e bonitas.

Quero pessoas presentes, pessoas iguais aos filmes, pessoas que fazem sacrifícios pelas outras, que valorizam o amor, que amam incondicionalmente, que são bem-humoradas e que sabem utilizar bem o tempo que elas possuem.

Até. Vou pro inglês.

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