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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Tenta colocar as peças no lugar. As peças não se encaixam. As idéias não são aceitáveis. Há algo a mais. A verdade é o que liberta, o amor também. A menina só quer voar, voar. Só quer se sentir mais alta do que ela pode. Só quer sair do chão. Perder o chão. Ela não gosta de ficar no chão. A menina tenta entender, ela não entende. Achava que conseguia disfarçar quando estava se sentindo triste, porém não consegue mais, a tristeza tomou uma parte grande de seu peito. A menina ouvia de desconhecidos comentários como:" É, eu nunca te vi triste" em um dia e agora ouve: "Você está chateada." e ela só tem que concordar com isso.
Tenta dizer que é melhor assim, mas não é. A menina extravaza nas leituras, nas palavras que ela tenta encontrar para tentar entender tudo. Nada é compreensível, não é.
Ela continua a procurar, continua a mudar a cada segundo, a cada dia a cada hora, a cada nova experiência. Os beijos não mais serão os mesmos, o cheiro, a forma de falar, a forma de abraçar, a forma de atender o telefone. Tudo será diferente. E o que ela queria é que esse diferente fosse compartilhado com alguém.

"6 billion people..all you need is one.."

"Quem pagará o enterro e as flores se eu morrer de amores?"
Sim, tenho que ser forte. De sorrir mais do que nunca. De tentar tirar essas súbitas vontades de chorar de mim. Sim, vou abraçar e tristeza e depois descartá-la.
Tenho textos que nunca foram divulgados, textos que nunca serão divulgados, textos, textos..palavras que me conectavam com uma terceira perna. Não mais essencial. Uma terceira perna que resolveu desgrudar-se de mim. Uma terceira perna que me era essencial, não me é mais.
Me divirto com pouco. Pouco mesmo. Só de sair assim do nada pra fazer algo que eu não esperava me faz MUITO feliz. Adorei o dia! :)

Agora um trecho de um comportamento americano que eu acho muito bonito:

"[...]Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade. Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade. Na realidade, a prudência recomenda que não se mudem os governos instituídos há muito tempo por motivos leves e passageiros; e, assim sendo, toda experiência tem mostrado que os homens estão mais dispostos a sofrer, enquanto os males são suportáveis, do que a se desagravar, abolindo as formas a que se acostumaram. Mas quando uma longa série de abusos e usurpações, perseguindo invariavelmente o mesmo objecto, indica o desígnio de reduzi-los ao despotismo absoluto, assistem-lhes o direito, bem como o dever, de abolir tais governos e instituir novos Guardiães para sua futura segurança[...]"

Este é um trecho da declaração da indepencia dos estados unidos. Gosto da parte "todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade."

Sim..tenho que ser forte.

"Just a moment, this time will pass." [Stuck in a moment]

[Ouvindo KT Tunstall - Another place to fall]

domingo, 28 de setembro de 2008

Despedida

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros



Não gosto desses relacionamentos de hoje em dia. Definitivamente, eu nascí na época errada.

"In many ways, they'll miss the good old days..someday, someday..yeah, it hurts to say, but I want you to stay.."

[ainda de protesto: "eu to de protesto [ainda] pq eu to meio incoformada com mts coisas..
pessoas tomando atitudes esquisitas e sem nenhum sentido, pessoas matando aula e me deixando nervosa, eu fazendo coisas estranhas tb..na verdade é tipo uma revolta contra tudo. Uma faxina, onde se levanta a poeira e faz um remelexo pra poder colocar as coisas num estado melhor."
Preto!Preto!Preto!]

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Blogs, blogs, blogs,blogs. Ainda bem que eu sempre gostei de escrever. Ainda bem que eu não perdi esse vício de letras. Ainda bem mesmo. Fiquei feliz hoje. Uma professora admirou a minha forma de escrever. Eu ainda vou fazer um livro auto-ajuda. Esperem. Melhor dizendo, não esperem é nada. Eu hein, coisa mais chata esperar. Se for pra ser, será. Nossa, eu realmente fiquei muito feliz com o elogio. :)

Pessoas especiais estão mudando. Pequenas atitudes me deixam mais feliz. Vamos, o protesto até que está dando certo!

[Eu ainda continuo usando preto.]

"Há flores em tudo que eu vejo."

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Pronto.
Começou com uma pontada no coração muito forte. Depois veio uma melancolia de leve, aí pra piorar a revolta de ninguém querer mudar nada em suas vidas merdas. Agravou com o fato de que muita gente está pouco se lixando pras responsabilidades. Afundando com a saudade que ela sente de tudo, de coisas boas. Ficou feio com o fato de que ela caiu 2 vezes na ed.física que ela ficou apenas 10 minutos jogando e que ainda levou uma bolada na cara e o resultado foi um machucado GIGANTE no joelho com direito a pus e tudo. Ao mesmo tempo, tinha um machucado no dedão do pé. Agora são o bumbum, o dedão do pé e mais o joelho.
Agora tenta mudar tudo, mas acorda de mau humor e ainda cai de bunda de novo no meio da rua, pessoas zombam da cara dela. A semana que vem ainda tem mais provas complicadas, tentando mudar, estuda antes, bem antes. As pontadas continuam e no mesmo dia do tombo, a língua é queimada por causa de uma vontade súbita e estúpida de beber capuccino BEM quente.

Eh, depois dizem que azar não existe.
Protesto!
Sim, se eu reflito como estou pela minha forma de vestir, então eu escolho o preto.

Eu quis cantar
Minha canção iluminada de sol
Soltei os panos
Sobre os mastros no ar
Soltei os tigres
E leões nos quintais
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer...

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Motivos de sobra para ser triste.
Sim. Não sou forte. Sou sensível até demais. Pareço porcelana. É só me deixar só por um tempo que eu desabo. Sim, não vivo longe de quem eu gosto. Sim, adoro quando me abraçam apertado. Sim, adoro quando me fazem surpresas. Sim, adoro declarações públicas de afeto. Sim, adoro quando as pessoas me ligam e ficam horas falando comigo. Sim, adoro..adoro..adoro..
e quem não gosta?

Essa semana está sendo muito difícil. Eu tô indo mal em tudo.=/
Papai do céu, me ajuda.

*Desabando de novo.* (again and again and again)

Não quero ser substituída assim.
=/

LUTO.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

"Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando"... "...estou procurando, estou procurando. Estou tentando me entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda."

Mais uma dela.
"Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite."

Ok. Desisto, Clarice. Você realmente me assusta. Você fala por mim mais do que qualquer Martha Medeiros ou qualquer música de rock.
Clarice é para poucos. RÁ!

Vou sozinha pra exposição. Acho que vai ser melhor. Eu vou ficar tão emocionada lá. Prefiro chorar sozinha. Pessoas irão se assustar comigo quando me verem chorando de emoção ao ver as coisas da Clarice. Foi assim quando eu li A paixão segundo G.H.
Lia umas dez páginas NO MÁXIMO por dia. Eu me assustava com a quantidade de palavras arranjadas de forma singular que se encaixava perfeitamente em como eu me sinto em relação as coisas da vida.

Até a próxima.
[Ouvindo: Insatisfeito _Cachorro Grande (musica do momento! ¬¬)]

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Missing
Evanescence

Composição: Amy Lee/Ben Moody/David Hodges

Please, please forgive me,
But I won't be home again.
Maybe someday you'll look up,
And, barely conscious, you'll say to no one:
"Isn't something missing?"

You won't cry for my absence, I know -
You forgot me long ago.
Am I that unimportant?
Am I so insignificant?
Isn't something missing?
Isn't someone missing me?

Even though I'd be sacrifice,
You won't try for me, not now.
Though I'd die to know you loved me,
I'm all alone.
Isn't someone missing me?

Please, please forgive me,
But I won't be home again.
I know what you do to yourself,
I breathe deep and cry out,
"Isn't something missing?
Isn't someone missing me?"

Even though I'd be sacrifice,
You won't try for me, not now.
Though I'd die to know you loved me,
I'm all alone.
Isn't someone missing me?

And if I bleed, I'll bleed,
Knowing you don't care.
And if I sleep just to dream of you
I'll wake without you there,
Isn't something missing?
Isn't something...

Even though I'd be sacrifice,
You won't try for me, not now.
Though I'd die to know you loved me,
I'm all alone.
isn´t something missing?
Isn't someone missing me?


Amy Lee falando por mim.

domingo, 7 de setembro de 2008

Eu gosto de professores que deem aula com amor e que trasmitam isso.
Uma professora nova de literatura minha estava no meio da aula falando de um texto do machado que se chama a "igreja do diabo". O texto me fez pensar. Gostei da professora.


Nesse dia, me perguntaram o que eu penso que era Deus?
Essa pergunta foi respondida com um: Se eu disser, vocês não irão aceitar a resposta.
E persistiram: O que você pensa que é Deus? Quem é Deus pra você?
E eu finalmente respondi: Amor.
Fiquei pensando nisso e hoje eu parei pra responder mentalmente o que é Deus pra mim.
Deus é aquela sensação de querer fazer bem as pessoas. De se contentar em ver o sorriso de quem se ama, de graça. De fazer feliz quem está triste, de chorar de emoção, de dar um abraço de graça em alguém. De fazer amigos novos. De se encantar com algo mágico, de ter férias contentes, de fazer alguém feliz, de se emocionar com pequenas coisas da vida, de ver o lado bom das coisas, de se sentir em paz, de ter a sensação de que as coisas estão indo bem, de ter uma saúde boa, de se sentir completa, de poder ter impulso, atitude, coragem e força para enfrentar os 365 0u 366 dias de um ano e no final contar regressivamente para ter mais um ano pela frente. É acreditar em alguma coisa e ela finalmente se realizar, é chorar por alguém que toque no seu coração, é sentir saudades de uma época da sua vida, de sentir saudade da sua infância, de ser puro, de achar que você não está sozinho(a) neste mundo, que há alguém que irá te confortar. Saber que há sempre alguém que está te olhando e que quer o seu bem, que quer te ver feliz acima de tudo e de todos, que faz qualquer coisa para você ser feliz intensamente. De cantar e ouvir música no último volume e se sentir contente com isso. De relaxar quando se está viajando, de não se estressar com pequenos problemas, de ouvir as pessoas, de dar conselhos bons, de não jogar o lixo no chão, de saber viver em comunidade. Enfim, eu sou uma pessoa má, sim, sou má. Mas ao mesmo tempo, eu sei reconhecer bondades. Vou pra igreja pra restaurar amor dentro de mim,
parece que lá eu me sinto muito amada, as pessoas ficam contentes de me verem lá, não me excluem e não fazem cara feia pra mim. Mas não posso ser tão boazinha assim, esse mundo que vivemos é mau, possso me machucar. Tenho apenas que abastecer o que tem de bom dentro de mim para poder mudar o mundo aos poucos nas horas certas. ;)

Obrigada pela PIBSG.
Eu me sinto melhor agora.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Nossa...eu tô mt cansada.
Cansada de tudo mesmo. Acontece, eu sei. Mas ultimamente isso tem me feito mal. Me sinto desanimada pra várias coisas. Uma vez o pastor lá da igreja disse que o sono é uma forma de "suicídio" pq a pessoa quando dorme desliga-se do mundo. Sim, eu acredito. E é por isso que ultimamente eu venho sonhado tanto, eu venho dormindo tanto. Prefiro dormir bastante pros dias passarem mais rápido. Tá tudo meio confuso, meio chato, meio morno. Ok, não tudo. Mas o que importa é que eu não estou tão animada quanto eu achava que eu poderia estar. É setembro...eu adoro este mês, mas eu to cansada de dizer que adoro alguma coisa e me frustar depois. Cansada da rotina, cansada de dormir, cansada de muita coisa. Sou a única pessoa que posso lutar pra que isso mude. Mas eu fico cansada, só de pensar em quantas vezes eu tive que lutar nessa vida. Parece que os meus amigos também resolveram "dormir". Hoje eu conto com muuito pouca gente, gente que eu nunca imaginei que poderia saber dos meus podres, das minhas histórias engraçadas de todo dia. Gente que eu nunca imaginaria mesmo que eu pudesse falar que está presente. Isso me anima, mas eu ainda continuo sentindo uma dor no corpo. Uma vontade de não fazer nada o dia todo. Quero chorar.





"Get away from the life you're living..."

quarta-feira, 3 de setembro de 2008






Fiquei toda arrepiada ao ver esse video.

"something's commin' over...something's commin' over me..."

segunda-feira, 1 de setembro de 2008


Sim. Dias mágico acontecem. Em um ano que eu falei: Tô mt azarada! NÃO!
eu nao sou a pessoa azarada nessa hora. Afinal, o mes do desgosto acabou! /o/
Setembroooo..e..meu deus, eu acordei e começei a cantar hung up, fui pra escola sabendo que ia enfrentar uam fila de quase ou mais de um quarterão. Mas eu ia feliz pra comprar aquele ingresso. O mais mágico foi quando eu liguei pra minha irmã e ela falou: Comprei! Eu comprei o ingresso.
OK, é piadinha..cadê a camera?!??
Não acredito ainda nem no fato de que a madonna vem pro brasil..eu to há anos esperando por isso..achando que esses boatos não pudessem tornar realidade. Cara, eu to pipocando.

Acho que é mais do que mágica isso, é uma mistura de muita sorte, com a vontade de jesus querer ver um sorriso no meu rosto, querer que eu prove mais do que nunca que sonhos são para serem realizados.



Tô mt emocionada. Mais do que eu esperaria..mesmo.
Dane-se Marcelo Camelo, Frejat. O ano é dela! *-*



"'Cause we're living in a material world
And I am a material girl "