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segunda-feira, 29 de junho de 2009



MUUUUITO ABSOLUTA. A-D-O-R-O!
*-*


* A felicidade nem mais exprime o que eu sinto. Ela é simples perto do tamanho de gratidão por tudo que eu tenho. :)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Post à la twitter mode:

Quando estamos apaixonados, parece que ficamos mais bregas.
To até ouvindo Roberto Carlos, acredita?

Até a próxima.

quinta-feira, 25 de junho de 2009



chocada.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Alguem me diz q eu to sonhando..que nada disso existe e que tá tudo dando certo pq eu simplesmente tenho que jogar na loteria?
Não! Não me diz nada não..eu to feliz..e é pra valer, é pra caramba.

Sensação de ter finalmente encontrado o que eu procurava, o que eu lutava tanto: a felicidade ao lado de alguém muito..especial.

Papai do céu, obrigada..por tudo!

Status: fazendo bem pro mundo.
Eu tenho só amigos de verdade ou colegas. Não sei ser uma pessoa mais ou menos

:)

-> "You're the kinda guy a girl finds, in a blue moon"

domingo, 21 de junho de 2009

http://www.flogao.com.br/mariacretina/foto/126/87993747

Uma relíquia.
Post desabafo:

É eu sei..eu quis negar essa sensação de diminuição. Tentar tirá-la de dentro mim, lutar contra ela. Mas ela foi mais forte. Forte? Eu tentei ser forte ao menos? Não.
Simplesmente me igualei a muita gente que abaixa a cabeça a toa. Não cobrei de mim. Não me esforcei. Mas fui cobrada. E muito. Tentei resgatar o pingo de confiança que existia dentro de mim. Mas a dor no peito já dizia que não ia dar certo.
Eu tentei ignorá-la. Tentei.
Agora só o pranto pra me confortar. Só as lágrimas irão responder o que eu sinto.
É o que eu digo e sempre procuro repetir, eu não funciono sobre pressão. Nesse caso, foi uma pressão que quis me dar um gás, uma animação. Mas não dá..não me deu gás nenhum e só me irritou.
Quer saber?
Ela me irritou, mas agora serei eu a irritá-la. Afinal, a frase que eu leio toda vez que abro o meu armário é a seguinte:
"Cada tentativa infrutífera de se alcançar o sucesso é na verdade uma oportunidade pra recomeçar tudo outra vez: só que com mais inteligência."

É isso.
[Tirando isso...eu me encontro muito apaixonada.]
agora eu sei o porquê do aperto no meu peito.
Aquele aperto tão forte que eu não conseguia explicar.
Bem, foi explicado hoje num período de quatro horas..numa prova..

Não me faça mais perguntas. Ponto.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

"-Só telefonei para lhe dizer que depois de beija-lo e antes de novamente beija-lo é o momento mais lindo do mundo. É claro que eu gosto de você. Nem é preciso perguntar. Adeus."

“As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer “o melhor” das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas. O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar, duram uma eternidade.”

- Clarisse Lispector


-pois é..
[semana de provas terminando..
e recuperação de mat aí..vou ficar ausente e sem criatividade por um tempo.]

Até a próxima.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Sometimes, i imagine the world without you
But most times, i'm just so happy that i ever found you
It's a complicated web, that you weave inside my head
So much pleasure with such pain
How we always, always stay the same

I'm feelin' the way you cross my mind
And you save me in the nick of time
I'm ridin' the highs, i'm diggin' the lows
‘cause at least i feel alive
I've never faced so many emotional days
But my life is good
I'm feelin' you
I'm feelin' you

You go, and then i can finally breathe in
‘cause baby i know, in the end you're never leavin'
Well we're rarely ever sane, i drive you crazy and you do the same
But your fire fills my soul
And it wounds me up like no one knows

'cause i'm feelin' the way you cross my mind
And you save me in the nick of time
I'm ridin' the highs, i'm diggin' the lows
‘cause at least i feel alive
I've never faced so many emotional days
But my life is good
I'm feelin' you
I'm feelin' you

[guitar solo]

I'm feelin' the way you cross my mind
And you save me in the nick of time
I'm ridin' the highs, i'm diggin' the lows
‘cause at least i feel alive
I've never faced so many emotional days
I'm feelin' you
I'm feelin' you
I'm feelin' you
I'm feelin' you

Oh i'm feelin' the way that you cross my mind
And the way that you save me in the nick of time
Oh i'm feelin' the way when you walk on by
I feel light, i feel love, i feel butterflies

I feel butterflies


:X

Até a próxima.

segunda-feira, 8 de junho de 2009


É..hoje eu fiz uma coisa que sempre me relaxa..me tira do cotidiano..
Vi filme. A troca e Marley e eu. A troca é com a Angelina que eu não vou mt com a cara dela não, mas que atuou bem. Ela tem cara de ação, não adianta. Mas o filme é bom, recomendo. No inicio, me deu sono. Mas depois me prendeu de tal forma, que nem atender o telefone eu tava querendo mais.
E.. Marley e eu. Eu não gosto de filme com cães, nem esses cliches de melhor amigo do homem e blablabla. Sem contar que no inicio, achei que fosse ser uma sucessão de trapalhadas do cachorro. Senti tédio..atendi todos os telefones.
Mas depois, eu fui assistindo..assistindo...o filme foi soltando umas lições de moral aqui, outras ali..foi começando a melhorar. Até que chegou num momento crucial e voltou a ficar idiota de novo. No final, não sei porque..acho que isso me fez salvar o filme e não colocá-lo do mesmo lado que Mama mia! Tá, não vou falar o final. Mas o final é foda. Impossível não gostar. É um filme bobinho, mela cueca, cliche, mas que emociona. Fazer o quê?

Bom..é isso
Até a próxima.

*estudar é preciso.*
Pra pensar:

A GENTE SE ACOSTUMA

Marina Colassanti



Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.

A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

domingo, 7 de junho de 2009

Acho q nem se eu disse q estou feliz exprimiria o q eu to sentindo

:)

P.s: Em um mundo onde muita gente mente e finge ser o que não é, é dificil acreditar nas pessoas que são límpidas e sinceras. Quando eu digo a verdade, por mais esquisita que possa ser, as pessoas não acreditam. Não estou me fazendo de purinha não, mas pelo amor de deus, dizer q eu não sou sincera, dói. Eu tento ser justa com as pessoas. Afinal, cada um de nós é a mudança que desejamos ver no mundo.
p.p.s: Isto não tem nada a ver com a frase do post, nada a ver mesmo...

sábado, 6 de junho de 2009

“Não deixe que sua chama se apague com a indiferença. Nos pântanos desesperançados do ainda não, do agora não. Não permita que o herói na sua alma padeça frustrado e solitário com a vida que ele merecia, mas nunca foi capaz de alcançar. Podemos alcançar o mundo que desejamos. Ele existe. É real. E é seu.” [One tree hill]

^^

Muito feliz, chego a dar bom dia de graça..a ser mais alegre, a ser mais simpática, a dormir mais tranquila, a querer propagar o bem pra todos.

Todo universo pra gente se perder
Não foi suficiente, olha e vê
Fez a minha órbita
Passar rente de você
E a tua gravidade me prender


Morri..e ainda tem móveis de noite.
To indo, estudar e tirar cochilinhos :)

até a próxima.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

"Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:

- a pedra, depois de atirada;
- a palavra depois de proferida;
- a ocasião, depois de perdida e
- o tempo, depois de passado."



Almodóvar
ANTES QUE ELES CRESÇAM
Affonso Romano de Sant'Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça...
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hamburgueres e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos.
Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.





= Status: MUITO pensativa.=

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Today's fortune: Pessimism never won any battle

O.O
me assustei.
Esse dia de chuva me faz pensar na vida. Pensar na vida é algo completamente imprevisível...pra uns deixa triste, pra outros feliz. Pra mim, os dois.

Poeminha de muito tempo:

O que fazer se vc está longe
Se sua presença não mais me conforta
A tua ausência é quase um baque
Desses que nos deixa estonteado

O que fazer se não tenho seus braços aqui
Se não tenho mais suas mãos, seu perfume, seu olhar
Seu sorriso
De tão sincero e límpido, pude viajar
Através deles, pude ver mais além

Pude ver o infinito
Mas que infinito?
O infinito que a tua ausência não me deixa esquecer
Que o que mais me faz suspirar
é o meu infinito AMOR por vc.

É, vc pediu pra eu não mudar.
Veja, eu não mudei
E agora...cadê você?



Confusa e nostálgica.

e..


abreparenteses:Reparem na música. Marcelo Camelo pode pegar criança, mas tem uma mente artística fantástica. Métrica perfeita. Melodia agradável e letra sem igual. :) fechaparenteses.

Até a próxima. o/