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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Minha vida nunca esteve em tantos altos e baixos.
Tá doido, é uma hora uma noticia muito boa..outra, um acontecimento ruim.
Uma hora, acontece da minha sorte sorrir pra mim...outra, de o azar dizer: cheguei.

Alguns dizem que não é bom quando as coisas ficam um marasmo.
Mas peraí, ficar em altos e baixos, sem vc saber responder a pergunta sobre se vc esta bem ou não é um pouco estranho. Não posso contar com sorte, comigo, com os outros ( são imprevisiveis demais). Aliás, posso contar com pessoas que conto em uma mão só.

É triste, eu sei. Mas fazer o q..em um momento como este eu gostaria é de apenas conversar e me sentir bem recebida.
Uma sagitariana detesta se sentir sozinha..esse signo nasceu pra ter muitos amigos.
O problema é quando essa sagitariana se sente rejeitada. É uma sensação estranha. Na verdade, eu não sei mais se estou ou não estou no meio de uma roda de pessoas. Me sinto mais sozinha no mundo do que nunca perto deles.
"Solidão é estar no meio de mil pessoas e sentir falta de uma só", já dizia a frase.
Até quando esse egoísmo vai continuar? Até quando essa exclusão das pessoas vai crescer? Até quando...? Será que elas se sacrificam por mim como eu por elas?

Ninguém me conta nada, ninguém me pergunta se está td bem cmg. A impressão que eu tenho é que se um dia eu morrer ou desaparecer da vida dessas pessoas, elas irão ficar apáticas.

É...desabafei.

E dane-se, eu to num momento de raiva.

Até a próxima, ou não.

4 comentários:

  1. Eu sei muito bem como é essa sensação, Dai. Já passei por isso algumas vezes e não é nada bom. Dá vontade de mandar tudo pro espaço, de sair distribuindo pontapés por aí... Mas é nesses momentos que você descobre com quem realmente pode contar, você reavalia suas relações e nota certas coisas que passavam desapercebidas. É chato sim, mas de vez em quando é necessário.
    (Caso você não saiba, é o John o/)

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  2. *despercebidas
    Eu queria saber de onde vem esse erro tão comum... Deve haver uma história.
    =P
    Enfim...

    Relacionamento é um bagulho muito doido de complexo louco varrido.
    Você ainda não achou sua maneira de lidar com algumas pessoas.
    É aquela velha história de deixar o outro ser livre que nem uma borboleta. Talvez volte, talvez não.
    Ser amigo não é contar tudo um para o outro, mas sim "contar"(falar/conversar) o essencial. Se você prefere saber com quem uma pessoa tá ficando do que saber o que se passa dentro dela, você seria ignorante.
    Amizade de convivência não é amizade.
    É coleguismo.
    Amizade sem convivência é amizade.
    Você enxerga que é amizade quando aquela pessoa que não te vê a meses(algum tempo), te encontra e puxa assunto como se vocês tivessem se visto ontem.

    O que me parece aqui, por isso não é bom escrever com raiva, é que você padece em busca de "uma amizade verdadeira, por favor!" de joelhos.
    Amizade não se força. Apenas acontece. E quando você menos se der conta... Ela aparece.

    Ah... Se aparece.

    =]

    PS: E mais uma vez me vi em você nesse post. É... Uma sintonia dessas é difícil de encontrar.

    =*

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  3. Quer uma verdade?

    Não escrevi metade do que penso.

    =*

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  4. Concordo com o que John e Rod disseram.
    Mas completo com a ideia de que a 'exclusão' nem sempre é algo coletivo como vc deu a entender no post.
    Às vezes você mesma pode estar se excluindo e não percebe.
    Aí as pessoas pensam que você quer ficar distante, quer espaço, e te dão esse espaço.
    Aí você pensa que, por isso, as pessoas estão te excluindo.
    E se exclui mais ainda.
    E isso se torna um ciclo vicioso que não tem fim.
    Tudo por culpa de uma pequena coisinha que estraga a maioria das relações, sejam de amizade, irmãos, namoros, e até casamentos: a falta de comunicação.
    Eu sou sempre a favor da comunicação sincera e verdadeira.
    Se você acha que existe algo de errado, fale.
    Se está triste por algum motivo, desabafe.
    Se está de tpm, xingue alguém.
    Mas antes de xingar avise que está de tpm, aí a pessoa não se ofende.
    Enfim..onde eu quero chegar é sempre se deve falar tudo, pois as pessoas não são capazes de adivinhar o que acontece.
    Muitas vezes elas nem reparam se tem mesmo algo de errado, nem toda pessoa é boa observadora, e isso é algo que não se pode cobrar de ninguém.

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